História

O Avião que Caiu no Centro de Franca.

Quando o Amor Desceu em Chamas

O Acidente Aéreo de Franca de 1946: Quando o Amor Desceu em Chamas

Uma Tragédia Desencadeada por um Flerte

Em 28 de setembro de 1946, um gesto de amor provocou uma catástrofe inesperada em Franca. O piloto Wilson, em uma tentativa de impressionar sua pretendente, Valterlice Signorelli, uma das mais belas francanas da época, fez um rasante sobre a área onde hoje se situa o terminal central de ônibus. Infelizmente, o ato culminou na queda fatal do avião.

Um Espaço Comercial Silente

No momento do acidente, o local era uma área movimentada que abrigava o mercadão e a rodoviária. Ainda assim, o incidente não foi noticiado pelos jornais. A única evidência fotográfica disponível foi graças a Jair Fotografo.

Testemunha Ocular

No grupo Amo Franca, a história ressurgiu graças ao relato do senhor Inacio Borges Sobrinho, pai de Paulo Sergio Borges. Ele era uma testemunha ocular e também amigo do piloto.

Detalhes Técnicos e Humano do Acidente

O avião, um Paulistinha CAP-4, era de propriedade de Wilson e seu irmão João, ambos de Ribeirão Preto. Wilson tinha ganhado o avião em uma rifa meses antes do acidente. No momento do impacto, o avião colidiu com um poste de ferro, complicando ainda mais os esforços de resgate.

O Fim de Uma Jornada e o Recomeço de Outra

Após o acidente, a mãe de senhor Inacio proibiu-o de continuar seu curso de voo. Ele só voltaria a voar uma década depois, em 1956, para obter sua licença de piloto. Hoje, com mais de 90 anos, sua carteira de habilitação está atualizada, um testemunho da resiliência humana diante da tragédia.

Foto colorizada por
Marcelo Fradim

Artigos relacionados

Um Comentário

  1. Boa tarde. Sou de São Paulo e esta semana em plena pandemia peguei um táxi cujo motorista Sr. José Silvestre de 85 anos, me relatou ser de Ribeirão Preto e que aos 11 anos foi estudar no Colégio Champangnat que era só para meninos e que eles iam nas festas do Colegio Nossa Senhora de Lourdes paquerar as meninas de lá.
    Contei que tb morei em Franca em meados dos anos 80 e 90 onde estudei Direito no antigo prédio do Colégio Nossa Sra Lourdes e entre um bate papo e outro me contou da historia da queda do avião. E disse que o piloto paquerador era chamado de Baiano e era de uma familia com posses. Inclusive contou que foi para exibir-se para a enamorada e perdeu controle.
    Franca está nas memórias de quem mesmo não sendo francano de nascimento tem a cidade no coração e nas lembranças.
    Vânia Lúcia de Araújo
    Paulistana
    Com muito amor pela cidade de Franca também.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Verifique também
Fechar
Botão Voltar ao topo

Adblock detectado

Detectamos um bloqueador de anúncios em seu navegador. Para uma melhor experiência de navegação no site do Grupo Amo Franca, desative seu bloqueador para o nosso site.